Na Solenidade de Pentecostes, conhecida em Bertolínia como a Festa do Divino, celebrada neste domingo, dia 05, às 19h, na Praça da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi marcada por uma sintonia de devoção, fé, amor e renovação, expressa de modo marcante pelos devotos e devotas do Divino Espírito Santo.Após cinquenta dias da celebração da Páscoa, a Igreja Católica vivencia uma das celebrações mais importantes do calendário cristão: a celebração do Divino Espírito Santo que desceu sobre os apóstolos de Jesus e marca, desse modo, o nascimento da Igreja cristã.
quarta-feira, 8 de junho de 2022
Festa do Divino Espírito Santo 2022 - Solenidade de Pentecostes
Na Solenidade de Pentecostes, conhecida em Bertolínia como a Festa do Divino, celebrada neste domingo, dia 05, às 19h, na Praça da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi marcada por uma sintonia de devoção, fé, amor e renovação, expressa de modo marcante pelos devotos e devotas do Divino Espírito Santo.Após cinquenta dias da celebração da Páscoa, a Igreja Católica vivencia uma das celebrações mais importantes do calendário cristão: a celebração do Divino Espírito Santo que desceu sobre os apóstolos de Jesus e marca, desse modo, o nascimento da Igreja cristã.
15ª Romaria da Terra e da Água do Piauí
O arcebispo metropolitano de Teresina, Dom Jacinto Brito, falou sobre a 15ª Romaria da Terra e da Água no Piauí, que vai acontecer em Piripiri nos dias 16 e 17 de julho, com o tema ‘Terra e Água, direitos sagrados’ e lema ‘Deus deu a terra aos seus filhos’.
Para o arcebispo, terra e água são direitos sagrados e fazem parte da dignidade humana:
Estamos planejando essa romaria para os dias 16 e 17 de julho, e, com a graça de Deus, realizaremos, porque ela já foi adiada por conta da pandemia, mas o clamar das águas, o clamor pela terra não foi adiado. Ele continua presente e nós queremos oferecer como Igreja de Deus, a nossa voz a todos aqueles que clamam por terra e água saudáveis. Oferecer a nossa voz para dizer que isso faz parte da dignidade humana. São direitos sagrados porque fazem parte da nossa vida diária.
Dom Jacinto também reforçou o convite para o evento e parabenizou a organização da romaria:
A Diocese escolhida para sediar este evento foi a Diocese de Parnaíba na cidade de Piripiri, uma cidade grande, marcada pela devoção à Nossa Senhora dos Remédios, a quem pedimos esse remédio para o grande drama da terra e da água em nosso meio. Então lhes convido a tomar parte. Queremos nos juntar à Diocese de Parnaíba, que nestes últimos três anos vem planejando esta romaria e desejamos com Dom Juarez e toda a equipe engrossar as fileiras para participar deste evento. Frei Leandro está coordenando esse trabalho com muito zelo e nós queremos ajudá-lo a alcançar este objetivo.
FONTE: https://cnbbne4.org.br/
quarta-feira, 2 de março de 2022
MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2022
«Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido.
Portanto, enquanto temos tempo, pratiquemos o bem para com todos» (Gal 6, 9-10a).
Queridos irmãos e irmãs!
A Quaresma é um tempo favorável de renovação pessoal e comunitária que nos conduz à Páscoa de Jesus Cristo morto e ressuscitado. Aproveitemos o caminho quaresmal de 2022 para refletir sobre a exortação de São Paulo aos Gálatas: «Não nos cansemos de fazer o bem; porque, a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido. Portanto, enquanto temos tempo (kairós), pratiquemos o bem para com todos» (Gal 6, 9-10a).
1. Sementeira e colheita
Neste trecho, o Apóstolo evoca a sementeira e a colheita, uma imagem que Jesus muito prezava (cf. Mt 13). São Paulo fala-nos dum kairós: um tempo propício para semear o bem tendo em vista uma colheita. Qual poderá ser para nós este tempo favorável? Certamente é a Quaresma, mas é-o também a nossa inteira existência terrena, de que a Quaresma constitui de certa forma uma imagem [1]. Muitas vezes, na nossa vida, prevalecem a ganância e a soberba, o anseio de possuir, acumular e consumir, como se vê no homem insensato da parábola evangélica, que considerava assegurada e feliz a sua vida pela grande colheita acumulada nos seus celeiros (cf. Lc 12, 16-21). A Quaresma convida-nos à conversão, a mudar mentalidade, de tal modo que a vida encontre a sua verdade e beleza menos no possuir do que no doar, menos no acumular do que no semear o bem e partilhá-lo.
O primeiro agricultor é o próprio Deus, que generosamente «continua a espalhar sementes de bem na humanidade» (Enc. Fratelli tutti, 54). Durante a Quaresma, somos chamados a responder ao dom de Deus, acolhendo a sua Palavra «viva e eficaz» (Heb 4, 12). A escuta assídua da Palavra de Deus faz maturar uma pronta docilidade à sua ação (cf. Tg 1, 19.21), que torna fecunda a nossa vida. E se isto já é motivo para nos alegrarmos, maior motivo ainda nos vem da chamada para sermos «cooperadores de Deus» (1 Cor 3, 9), aproveitando o tempo presente (cf. Ef 5, 16) para semearmos, também nós, praticando o bem. Esta chamada para semear o bem deve ser vista, não como um peso, mas como uma graça pela qual o Criador nos quer ativamente unidos à sua fecunda magnanimidade.
E a colheita? Porventura não se faz toda a sementeira a pensar na colheita? Certamente; o laço estreito entre a sementeira e a colheita é reafirmado pelo próprio São Paulo, quando escreve: «Quem pouco semeia, também pouco há de colher; mas quem semeia com generosidade, com generosidade também colherá» (2 Cor 9, 6). Mas de que colheita se trata? Um primeiro fruto do bem semeado, temo-lo em nós mesmos e nas nossas relações diárias, incluindo os gestos mais insignificantes de bondade. Em Deus, nenhum ato de amor, por mais pequeno que seja, e nenhuma das nossas «generosas fadigas» se perde (cf. Exort. Evangelii gaudium, 279). Tal como a árvore se reconhece pelos frutos (cf. Mt 7, 16.20), assim também a vida repleta de obras boas é luminosa (cf. Mt 5, 14-16) e difunde pelo mundo o perfume de Cristo (cf. 2 Cor 2, 15). Servir a Deus, livres do pecado, faz maturar frutos de santificação para a salvação de todos (cf. Rm 6, 22).
Na realidade, só nos é concedido ver uma pequena parte do fruto daquilo que semeamos, pois, segundo o dito evangélico, «um é o que semeia e outro o que ceifa» (Jo 4, 37). É precisamente semeando para o bem do próximo que participamos na magnanimidade de Deus: constitui «grande nobreza ser capaz de desencadear processos cujos frutos serão colhidos por outros, com a esperança colocada na força secreta do bem que se semeia» (Enc. Fratelli tutti, 196). Semear o bem para os outros liberta-nos das lógicas mesquinhas do lucro pessoal e confere à nossa atividade a respiração ampla da gratuidade, inserindo-nos no horizonte maravilhoso dos desígnios benfazejos de Deus.
A Palavra de Deus alarga e eleva ainda mais a nossa perspetiva, anunciando-nos que a colheita mais autêntica é a escatológica, a do último dia, do dia sem ocaso. O fruto perfeito da nossa vida e das nossas ações é o «fruto em ordem à vida eterna» (Jo 4, 36), que será o nosso «tesouro no céu» (Lc 18, 22; cf. 12, 33). O próprio Jesus, para exprimir o mistério da sua morte e ressurreição, usa a imagem da semente que morre na terra e frutifica (cf. Jo 12, 24); e São Paulo retoma-a para falar da ressurreição do nosso corpo: «semeado corrutível, o corpo é ressuscitado incorrutível; semeado na desonra, é ressuscitado na glória; semeado na fraqueza, é ressuscitado cheio de força; semeado corpo terreno, é ressuscitado corpo espiritual» (1 Cor 15, 42-44). Esta esperança é a grande luz que Cristo ressuscitado traz ao mundo: «Se nós temos esperança em Cristo apenas para esta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens. Mas não! Cristo ressuscitou dos mortos, como primícias dos que morreram» (1 Cor 15, 19-20), para que quantos estiverem intimamente unidos a Ele no amor, «por uma morte idêntica à Sua» (Rm 6, 5), também estejam unidos à sua ressurreição para a vida eterna (cf. Jo 5, 29): «então os justos resplandecerão como o sol, no reino do seu Pai» (Mt 13, 43).
2. «Não nos cansemos de fazer o bem»
A ressurreição de Cristo anima as esperanças terrenas com a «grande esperança» da vida eterna e introduz, já no tempo presente, o germe da salvação (cf. Bento XVI, Spe salvi, 3; 7). Perante a amarga desilusão por tantos sonhos desfeitos, a inquietação com os desafios a enfrentar, o desconsolo pela pobreza de meios à disposição, a tentação é fechar-se num egoísmo individualista e, à vista dos sofrimentos alheios, refugiar-se na indiferença. Com efeito, mesmo os recursos melhores conhecem limitações: «Até os adolescentes se cansam, se fatigam, e os jovens tropeçam e vacilam» (Is 40, 30). Deus, porém, «dá forças ao cansado e enche de vigor o fraco. (…) Aqueles que confiam no Senhor, renovam as suas forças. Têm asas como a águia, correm sem se cansar, marcham sem desfalecer» (Is 40, 29.31). A Quaresma chama-nos a repor a nossa fé e esperança no Senhor (cf. 1 Ped 1, 21), pois só com o olhar fixo em Jesus Cristo ressuscitado (cf. Heb 12, 2) é que podemos acolher a exortação do Apóstolo: «Não nos cansemos de fazer o bem» (Gal 6, 9).
Não nos cansemos de rezar. Jesus ensinou que é necessário «orar sempre, sem desfalecer» ( Lc 18, 1). Precisamos de rezar, porque necessitamos de Deus. A ilusão de nos bastar a nós mesmos é perigosa. Se a pandemia nos fez sentir de perto a nossa fragilidade pessoal e social, permita-nos esta Quaresma experimentar o conforto da fé em Deus, sem a qual não poderemos subsistir (cf. Is 7, 9). No meio das tempestades da história, encontramo-nos todos no mesmo barco, pelo que ninguém se salva sozinho [2]; mas sobretudo ninguém se salva sem Deus, porque só o mistério pascal de Jesus Cristo nos dá a vitória sobre as vagas tenebrosas da morte. A fé não nos preserva das tribulações da vida, mas permite atravessá-las unidos a Deus em Cristo, com a grande esperança que não desilude e cujo penhor é o amor que Deus derramou nos nossos corações por meio do Espírito Santo (cf. Rm 5, 1-5).
Não nos cansemos de extirpar o mal da nossa vida. Possa o jejum corporal, a que nos chama a Quaresma, fortalecer o nosso espírito para o combate contra o pecado. Não nos cansemos de pedir perdão no sacramento da Penitência e Reconciliação, sabendo que Deus nunca Se cansa de perdoar [3]. Não nos cansemos de combater a concupiscência, fragilidade esta que inclina para o egoísmo e todo o mal, encontrando no decurso dos séculos vias diferentes para fazer precipitar o homem no pecado (cf. Enc. Fratelli tutti, 166). Uma destas vias é a dependência dos meios de comunicação digitais, que empobrece as relações humanas. A Quaresma é tempo propício para contrastar estas ciladas, cultivando ao contrário uma comunicação humana mais integral (cf. ibid., 43), feita de «encontros reais» ( ibid., 50), face a face.
Não nos cansemos de fazer o bem, através duma operosa caridade para com o próximo. Durante esta Quaresma, exercitemo-nos na prática da esmola, dando com alegria (cf. 2 Cor 9, 7). Deus, «que dá a semente ao semeador e o pão em alimento» (2 Cor 9, 10), provê a cada um de nós os recursos necessários para nos nutrirmos e ainda para sermos generosos na prática do bem para com os outros. Se é verdade que toda a nossa vida é tempo para semear o bem, aproveitemos de modo particular esta Quaresma para cuidar de quem está próximo de nós, para nos aproximarmos dos irmãos e irmãs que se encontram feridos na margem da estrada da vida (cf. Lc 10, 25-37). A Quaresma é tempo propício para procurar, e não evitar, quem passa necessidade; para chamar, e não ignorar, quem deseja atenção e uma boa palavra; para visitar, e não abandonar, quem sofre a solidão. Acolhamos o apelo a praticar o bem para com todos, reservando tempo para amar os mais pequenos e indefesos, os abandonados e desprezados, os discriminados e marginalizados (cf. Enc. Fratelli tutti, 193).
3. «A seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido»
Cada ano, a Quaresma vem recordar-nos que «o bem, como aliás o amor, a justiça e a solidariedade não se alcançam duma vez para sempre; hão de ser conquistados cada dia» (ibid., 11). Por conseguinte peçamos a Deus a constância paciente do agricultor (cf. Tg 5, 7), para não desistir na prática do bem, um passo de cada vez. Quem cai, estenda a mão ao Pai que nos levanta sempre. Quem se extraviou, enganado pelas seduções do maligno, não demore a voltar para Deus, que «é generoso em perdoar» (Is 55, 7). Neste tempo de conversão, buscando apoio na graça divina e na comunhão da Igreja, não nos cansemos de semear o bem. O jejum prepara o terreno, a oração rega, a caridade fecunda-o. Na fé, temos a certeza de que «a seu tempo colheremos, se não tivermos esmorecido», e obteremos, com o dom da perseverança, os bens prometidos (cf. Heb 10, 36) para salvação nossa e do próximo (cf. 1 Tm 4, 16). Praticando o amor fraterno para com todos, estamos unidos a Cristo, que deu a sua vida por nós (cf. 2 Cor 5, 14-15), e saboreamos desde já a alegria do Reino dos Céus, quando Deus for «tudo em todos» (1 Cor 15, 28).
A Virgem Maria, em cujo ventre germinou o Salvador e que guardava todas as coisas «ponderando-as no seu coração» (Lc 2, 19), obtenha-nos o dom da paciência e acompanhe-nos com a sua presença materna, para que este tempo de conversão dê frutos de salvação eterna.
Roma, em São João de Latrão, na Memória litúrgica do bispo São Martinho, 11 de novembro de 2021.
Francisco
[1] Cf. Santo Agostinho, Sermones 243, 9,8; 270, 3; Enarratio in Psalmis 110, 1.
[2] Cf. Francisco, Momento extraordinário de oração em tempo de pandemia (27 de março de 2020).
[3] Cf. Idem, Angelus de 17 de março de 2013.
Fonte - VATICAN NEWS
terça-feira, 15 de fevereiro de 2022
NÚNCIO NA UCRÂNIA FALA SOBRE A SITUAÇÃO NO PAÍS E PEDE ORAÇÃO PARA QUE SE TENHA A CORAGEM DE ESCOLHER A PAZ
No dia seguinte à oração do Papa Francisco no Angelus para que se faça “todo esforço pela paz” na Ucrânia, onde os ventos da guerra sopram, o núncio apostólico, dom Visvaldas Kulbokas, relançou o apelo do Pontífice e exortou a não frear o diálogo entre as partes.
Há três semanas fizemos uma entrevista com o senhor, o que mudou desde então, qual é a situação na Ucrânia?
É claro que a situação já estava tensa há três semanas, mas tornou-se ainda mais tensa. O que estou percebendo é que há um nível muito alto de preocupação entre as pessoas, há também o medo. Entretanto, devo dizer que, em geral, os ucranianos também estão mostrando grande resiliência. Isto porque o conflito nos territórios orientais já vem ocorrendo há quase oito anos, de modo que existe também uma certa capacidade humana para lidar com situações de emergência. O medo é grande, a tensão é alta, mas mesmo assim as pessoas estão resistindo bastante bem.
Não sei se o senhor notou que na mídia ocidental se fala da grande tensão na Ucrânia. O senhor acha que isso realmente reflete o clima em que as pessoas vivem?
Claro que se pode dizer que há muita atenção porque é como se se pudesse sentir o cheiro da guerra, o que preocupa a todos. Isso preocupa aqueles que têm filhos, aqueles que vivem com idosos, mulheres grávidas, mas aqui o governo está tentando acalmar a população. E, na minha opinião, isto também faz parte da missão da Igreja Católica e, em geral, das igrejas e comunidades religiosas, de incutir pelo menos uma calma relativa mesmo em situações de emergência.
Como a Igreja Católica na Ucrânia interpreta a situação atual?
Fiquei muito contente de ouvir tantas homilias encorajadoras. O que se tem notado é que a oração pela paz tem sido cheia de fervor nestes dias. Você pode sentir a preocupação dos fiéis que vêm às paróquias, mas também se pode sentir uma oração profunda porque sabemos muito bem que a oração não é uma coisa qualquer, a oração tem um enorme poder de mudar os corações, de mudar o curso da história.
A impressão é que o diálogo neste momento está parado e que as partes não estão se ouvindo… O diálogo está encontrando obstáculos agora. O que ocorre é o que acontece nas famílias quando surge um conflito, que não surge naquele momento, mas existem causas anteriores que deram origem a esses mal-entendidos. Este é um aspecto… Quando o diálogo se rompe, a culpa é de muitos, em minha opinião, e não apenas de alguns diretamente envolvidos. O segundo aspecto, que é muito positivo, é que a Igreja redescobre a beleza de sua própria vocação porque, no diálogo político, escolher o caminho da paz significa ter muita coragem. Assim, quando rezamos pela paz, rezamos também pela coragem dos políticos.
A missão da Igreja é olhar para todos como irmãos, portanto, quando falamos de diálogo e quando rezamos pelo diálogo, como Igreja sabemos que temos a missão de iluminar o diálogo. Quando rezo pessoalmente pela paz, sei muito bem que a qualquer momento Nosso Senhor Jesus é capaz de iluminar um ou outro político, um ou outro soldado, e mudar diametralmente as decisões. É preciso muito pouco, apenas uma mudança de perspectiva de um lado para o outro, como um irmão, e as decisões mudam. Portanto, mesmo que a situação seja muito tensa, muito difícil, humanamente falando, é uma maneira de a Igreja redescobrir sua missão. Também podemos acrescentar que, como comunidade de crentes, somos convidados a contribuir para a construção da sociedade, das nações, dos países, mas esta construção nunca significa ir contra alguém, significa acima de tudo construir nós mesmos, a unidade, a compreensão. Também significa construir um maior entendimento entre as igrejas, porque quanto mais unidos estivermos, mais fortes estaremos dentro e mais capazes de dar um testemunho do Evangelho aos outros.
Com informações do VaticanNews e CNBB
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022
COLETA DA SOLIDARIEDADE, DA CF 2022, CONTRIBUI PARA A PROMOÇÃO DA DIGNIDADE HUMANA, O COMPROMISSO COM OS POBRES E A VIDA PLENA
Neste ano, a Campanha da Fraternidade tem como tema “Fraternidade e Educação” e o lema “Fala com sabedoria, ensina com amor” (Pr 31,26). Seu início se dará na abertura da Quaresma, dia 2 de março, na Quarta-Feira de Cinzas.
A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) destaca que “a Quaresma é um tempo favorável para a conversão do coração ” e que a a CF, realizada pela Igreja no Brasil desde 1964, tem como propósito ser um caminho para que os cristãos vivam a espiritualidade quaresmal com o sentido de mudança e transformação pessoal rumo à solidariedade a um problema concreto da sociedade brasileira.
Em 2022 será a terceira vez que a Igreja no Brasil vai aprofundar o tema da educação em uma Campanha da Fraternidade. Desta vez, a reflexão será impulsionada pelo Pacto Educativo Global, convocado pelo Papa Francisco.
“Ao longo da caminhada quaresmal, em que a conversão se faz meta primeira, recebemos o convite para busca os motivos de nossas escolhas em todas as ações e, por certo, naquelas que dizem respeito mais diretamente ao mundo da educação”, convida a presidência da CNBB.
Deste modo, a Campanha da Fraternidade de 2022 convida a todos a promover diálogos a partir da realidade educativa do Brasil, à luz da fé cristã, propondo caminhos em favor do humanismo integral e solidário.
Participe da Coleta da Solidariedade
Do total arrecadado na Coleta para a Solidariedade, 60% fica na própria diocese e é gerido pelo Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS) com o objetivo de apoiar iniciativas e projetos locais. Os outros 40% compõem o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS), que é administrado pelo Departamento Social da CNBB, sob a orientação do Conselho Gestor da CNBB.
Bispo, padres, religiosos(as), lideranças leigas, agentes de pastoral, colégios católicos e movimentos eclesiais são os principais motivadores e animadores da Campanha da Fraternidade em suas comunidades, paróquias e dioceses.
A Igreja espera que todos participem oferecendo sua solidariedade em favor das pessoas, grupos e comunidades, pois “ao longo de uma história de solidariedade e compromisso com as incontáveis vítimas das inúmeras formas de destruição da vida, a Igreja se reconhece servidora do Deus da vida”.
O Dia Nacional da Coleta será no próximo 10 de abril, Domingo de Ramos. Os fieis poderão realizar suas doações, para aplicação em projetos sociais, na conta indicada abaixo, ao longo de todo o ano. O comprovante do depósito precisa ser enviado por e-mail para financeiro@cnbb.org.br
Banco Bradesco
Agência: 0484-7
Conta corrente: 4188-2 (CNBB)
CNPJ: 33.685.686/0001-50
Outras informações sobre a Campanha podem ser consultadas em: https://campanhas.cnbb.org.br/
Subsídios
A cada ano, o Setor de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos dos Brasil (CNBB) com a Edições CNBB produzem e preparam uma série de subsídios para diferentes públicos com o objetivo de promover, a partir de diferentes realidades, a reflexão e a ações propostas em torno da Campanha da Fraternidade. Estes subsídios estão agrupados no Manual da CF 2022.
FONTE: https://www.cnbb.org.br/
sexta-feira, 21 de janeiro de 2022
A Igreja no pós pandemia: desafios pastorais
Por Maria Cecilia
Domezi*
No dia 27 de março de 2020, foi um sinal dos tempos
o vazio plenificado de sentido humano envolto pelo mistério divino na imensa
praça de São Pedro. Francisco, bispo de Roma, ali caminhou sozinho, carregando
no coração a dor da humanidade e do mundo. Mostrou que a cruz vence o absurdo,
liberta-nos do medo e nos dá esperança. Conclamou todos a possibilitar “novas
formas de hospitalidade, de fraternidade e de solidariedade”. E fez esta
oração:
Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver
pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus
apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o
grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos,
pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora,
sentindo-nos em mar agitado, imploramos-te: “Acorda, Senhor!” (VATICAN NEWS, 27
mar. 2020).
Neste mundo enfermo, são muitos e urgentes os desafios
pastorais para a Igreja, que, como insiste o mesmo papa Francisco, é chamada a
ser Igreja em saída.
1. Sair do centralismo clerical e do culto sem vida
É teologia fontal da Igreja cristã que o batismo
estabelece entre seus membros uma igualdade fundamental. De fato, o apóstolo
Paulo escreveu: “Não há mais diferença entre judeu e grego, entre escravo e
homem livre, entre homem e mulher, pois todos vocês são um só em Jesus Cristo”
(Gl 3,28).
Com o tempo, porém, as relações fraternas e igualitárias
entre os membros da Igreja foram contaminadas por desigualdades e
discriminações. As mulheres, submetidas desde muito cedo ao crivo do
patriarcalismo, têm sido as mais prejudicadas. Os ministérios foram
clericalizados e hierarquizados, com nuances estranhas à mensagem e à prática
de Jesus. Isso resultou numa institucionalização empobrecida e fechada no mundo
clerical masculino, em detrimento do carisma (SOBERAL, 1989, p. 175-177; 290;
331-332).
No Concílio Vaticano II, o aggiornamento da
compreensão da Igreja sobre si mesma deu primazia ao povo de Deus em sua
totalidade. A partir do concílio e com base na dignidade de todas as pessoas
batizadas, a hierarquia e os ministérios específicos são redimensionados. Por
isso, o papa Francisco afirma que as funções na Igreja não legitimam a
superioridade de uns sobre os outros. Acima do ministério sacerdotal está a
dignidade e a santidade acessível a todos e todas (EG 104).
Nos meses atípicos da pandemia, não faltaram
testemunhos de atuação de membros da Igreja conscientes dessa doutrina e
coerentes com ela. Segmentos do laicato católico, junto com sacerdotes,
religiosas e religiosos, prepararam e conduziram, na internet, importantes
seminários, ciclos de formação, momentos de espiritualidade e de liturgia que
celebra a vida e a luta. A ação pastoral caminhou, com seus serviços
específicos, na comunhão das Igrejas locais e da Igreja universal. E o
exercício consciente da “cidadania batismal” se fez sentir, na
corresponsabilidade de todos enquanto participantes do ministério comum de
líderes-pastores, sacerdotes e profetas.
No entanto, também apareceram descompassos: o de um
laicato reduzido a ajudante do padre e quase somente ao redor do altar do
culto, e o de padres restritos ao altar, que enviaram aos fiéis mensagens quase
sempre de mão única, sem espaço aberto para o diálogo. Está certo que muitos
sacerdotes saíram pelas ruas a pé, em cima de caminhonetes e até sobrevoando de
helicóptero para dar a bênção do Santíssimo Sacramento. Famílias esperaram
durante horas, reunidas em oração. Transformaram em capelas suas garagens,
varandas, janelas, com toalhas estendidas, flores, velas e imagens de santos de
devoção. Emocionaram-se e se sentiram consoladas. Ali estava o rico potencial
do catolicismo popular.
A questão é que a bênção não pode ser só de
passada, num vazio de vínculo e de compromisso com as pessoas em suas
realidades e situações específicas. Ainda mais porque o pluralismo religioso
chama a Igreja a superar aquele modo de cristandade que se impõe como religião
de toda a nação. A Igreja em saída empenha-se numa construção como que
artesanal da abertura ao outro, criativamente, com o ecumenismo que contribui
para a unidade da família humana (EG 244-245). E a dádiva da bênção divina virá
pela consciência de que a imagem de Deus está gravada na pessoa de quem sofre:
São inseparáveis a oração a Deus e a solidariedade
com os pobres e os enfermos. Para celebrar um culto agradável ao Senhor, é
preciso reconhecer que toda pessoa, mesmo a mais indigente e desprezada, traz
gravada em si mesma a imagem de Deus. De tal consciência deriva o dom da bênção
divina, atraída pela generosidade praticada para com os pobres. Por isso, o
tempo que se deve dedicar à oração não pode tornar-se jamais um álibi para
descuidar o próximo em dificuldade. É verdade o contrário: a bênção do Senhor
desce sobre nós e a oração alcança o seu objetivo quando são acompanhadas pelo
serviço dos pobres (FRANCISCO, 2020a).
Nessa dinâmica que dá vida ao culto, também é
preciso repensar a pastoral voltada para as famílias. Estas, tantas vezes
destroçadas e cada vez mais marcadas pela pluralidade religiosa, estão longe
daquele modelo de moral familiar sob o controle do clero católico para manter a
sociedade hegemonicamente católica.
A pastoral familiar precisará de todo o
envolvimento e ajuda da comunidade eclesial para que seus animadores e agentes
estejam em permanente formação, cultivando a espiritualidade na interação com o
engajamento social. Como Jesus ao aproximar-se da viúva que enterrava seu filho
único (Lc 7,11-17), da sogra de Pedro enferma (Lc 4,38-40), de Jairo e de sua
filha que estava morrendo (Lc 8,40-56), é imprescindível a proximidade com as
famílias em sua real condição de vida e, agora, com as marcas dolorosas da
pandemia, para ajudá-las a experimentar a misericórdia de Deus (CNBB, 2019, n.
139).
Na realidade brasileira, principalmente nas grandes
cidades, as famílias são atingidas por isolamentos permanentes e indeterminação
de lugar. Muitas delas tornam-se pequenos aglomerados de indivíduos isolados,
sofrendo com a crise econômica e o desemprego, e com uma rotina marcada pelo
medo e pelo desamparo. Um culto que se furte a essa realidade e não se paute no
direito e na justiça torna-se ofensa a Deus. Na palavra divina “quero a
misericórdia e não o sacrifício” (Mt 9,13), está o princípio ético absoluto que
inclui todos e põe a vida antes da norma e do culto (PASSOS, 2020, p.
118-119).
As famílias têm o amor vivido, que é força para
toda a Igreja (AL 88). E grupos de famílias podem constituir núcleos
comunitários onde a Igreja se reúne para meditar a Palavra, rezar, partilhar a
vida e o pão (CNBB, 2019, n. 140).
2. Ser Igreja na comunhão de pequenas comunidades
Por um lado, faltam-nos estudos, fundados na
objetividade científica, a respeito da vivência dos católicos durante o
isolamento social, longe dos padres. Sabemos que é real a crescente
secularização, assim como a tendência aos arranjos pessoais de crenças e
práticas religiosas em meio à modernidade líquida.
Por outro lado, testemunhos de diversos amigos
falam da força do catolicismo popular, no qual se está historicamente habituado
a não sentir tanta falta da presença do sacerdote. Podemos lembrar o ciclo da
mineração do ouro na história do Brasil. O poder central da colônia proibiu a
presença do clero religioso e submetia a rígido controle os padres seculares.
Em meio às dores da escravidão, porém, ali nas Minas Gerais, forjou-se um modo
de Igreja da base, de face leiga e devota, comunitária, fraterna e até certo
ponto subversiva da ordem injusta e cruel que se impunha. Junto com alguns
freis e padres místicos e andarilhos, os ministérios eram exercidos por
capelães de beira de estrada, beatos, festeiros, fundadores de santuários,
membros e dirigentes de irmandades devotas dos santos.
Essa trilha histórica do catolicismo popular, com
seu sulco profundo, preservou-se apesar do empenho romanizador da hierarquia da
cristandade. Seu referencial foi importante para a irrupção insuspeitada das
comunidades eclesiais de base, no pentecostes do Concílio Vaticano II, que a
Igreja da América Latina abraçou de modo original desde a Conferência de
Medellín. Como afirma o Documento de Aparecida, elas “demonstram seu
compromisso evangelizador e missionário entre os mais simples e afastados e são
expressão visível da opção preferencial pelos pobres”. A serviço da vida na
sociedade e na Igreja, são fonte e semente da multiplicidade dos ministérios
eclesiais (DAp 179).
Será imprescindível a atuação de muitas pequenas
comunidades eclesiais missionárias nas ruas, condomínios, aglomerados,
edifícios, unidades habitacionais, bairros populares, povoados, aldeias e
grupos de afinidade. No encontro de comunidades que celebram a Eucaristia,
sacramenta-se a privilegiada comunhão com a Igreja local, os vínculos fraternos
se fortalecem, partilha-se a vida, há compromisso em projetos comuns e
impulsiona-se a missão em meio à sociedade (CNBB, 2019, n. 85).
No mundo pós-pandemia, o centralismo na matriz
paroquial não será oportuno, tampouco a concentração de massas de católicos em
grandes templos. Quando forem possíveis, o encontro e o culto em catedrais,
templos grandes, estádios serão de comunidades vivas em comunhão e
participação. Na Eucaristia, sacramento da unidade de toda a Igreja, estará a
vivência eucarística de todos os membros em seu cotidiano.
As mulheres, especialmente, têm dado testemunho
dessa dimensão eucarística no cotidiano das casas. Como observa a teóloga
inglesa Tina Beattie (2020), surgiu uma Igreja doméstica que dissolveu
fronteiras entre a liturgia formal, mediada por um sacerdócio exclusivamente
masculino, e um mundo doméstico mais informal, de liturgias caseiras e rituais
improvisados, muitas vezes presididos por mulheres. Elas assumiram o sacerdócio
da casa e da criação, e tornaram eucarísticas as refeições.
3. Ser Igreja em defesa da vida, sobretudo da dos
mais pobres e vulneráveis
A Igreja em saída é decididamente missionária.
Deixa de ser autorreferencial e preocupada em ser o centro, presa num
emaranhado de obsessões e procedimentos. Sai em direção aos outros e chega às
periferias humanas. É a casa do Pai aberta a todos e é mãe de coração aberto. É
preferível que esteja “acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas
estradas” a enferma pelo próprio fechamento em si (EG 46-49).
É claro que os recursos econômicos são necessários,
como também as estruturas eclesiásticas societárias e jurídicas. Será preciso,
porém, vencer a tentação de persistir na manutenção da falsa segurança na
grandeza e no poder. E, no âmbito da sociedade, profeticamente dizer não à
economia de exclusão. “Esta economia mata!” Ninguém é descartável (EG 53-56).
Nessa perspectiva, são antievangélicas as barganhas com governantes opressores
(CNBB, 2020a). Como disse o papa Francisco no final do Regina Coeli, em 31 de maio
de 2020, “nós, pessoas, somos templos do Espírito Santo; a economia não”.
Que não se cobre dos paroquianos, já tão
angustiados pela crise econômica e pelo desemprego, uma sobrecarga de
obrigações com quermesses, festas e campanhas de arrecadação de dinheiro. A
exemplo das primeiras comunidades cristãs (At 2,42-47 e 4,32-37), é hora de
encorajar-se uns aos outros para a mútua ajuda, leigos e sacerdotes,
compartilhando a própria pobreza, as dádivas da criação, o tempo a dedicar ao
próximo, os dons de cada um. Na Igreja local correspondente à diocese, uma
caixa comum será oportuna para diminuir a desigualdade econômica entre os
membros do clero e socorrer os que estejam em necessidade.
Desse modo, a Igreja testemunhará ao mundo que a
vida tem de estar em primeiro lugar. O Concílio Vaticano II afirma que o
desenvolvimento econômico deve permanecer sob a direção do ser humano, mas não
deve ser deixado só a cargo de uns poucos indivíduos ou grupos economicamente
mais fortes, nem exclusivamente da comunidade política, nem de algumas nações
mais poderosas (GS 65).
Em 24 de abril de 2020, numa nota reiterativa do
Pacto pela Vida e pelo Brasil, de diversas organizações voltadas para o bem
comum, a CNBB afirmou que a economia deve estar a serviço da vida, na
perspectiva da Doutrina Social da Igreja. Além disso, conclamou toda a
sociedade brasileira e os responsáveis pelos poderes públicos “a se libertarem
dos vírus mortais da discórdia, da violência, do ódio”, unindo-se na defesa da
vida, especialmente a dos mais pobres e vulneráveis.
Como Igreja em saída, temos de nos lançar nos
serviços de cura da humanidade e do mundo. É bem oportuna a metáfora do papa
Francisco da Igreja como um hospital de campanha:
Aquilo de que a Igreja mais precisa hoje é a
capacidade de curar as feridas e de aquecer o coração dos fiéis, a proximidade.
Vejo a Igreja como um hospital de campanha depois de uma batalha. É inútil
perguntar a um ferido grave se tem o colesterol ou o açúcar altos. Devem
curar-se as suas feridas. Depois podemos falar de todo o resto. Curar as
feridas, curar as feridas… E é necessário começar de baixo (FRANCISCO, 2013b).
A Igreja como hospital de campanha é a que faz
diagnósticos, identificando os sinais dos tempos; faz prevenção, criando um
sistema imunológico ao vírus do medo, do ódio, do populismo e do
neocolonialismo; e faz convalescência, com o perdão que ultrapassa os traumas
(HALÍK, 2020).
Nesse modo de atuar na sociedade, como membros da
comunidade eclesial, ajudaremos as pessoas a se libertarem da indiferença
consumista, a cultivar uma identidade comum e uma história a ser transmitida
para as novas gerações, a recuperar e desenvolver os vínculos que fazem surgir
novo tecido social. Cuidaremos do mundo e da qualidade de vida dos mais pobres,
na consciência solidária de habitarmos numa casa comum que Deus nos confiou (LS
178).
Referências bibliográficas
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MAYER, Tânia da Silva. Igrejas domésticas em tempos
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VATICAN NEWS. Papa Francisco: abraçar o Senhor para
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<https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2020-03/papa-francisco-coronavirus-bencao-urbi-et-orbi.html>.
Acesso em: 20 jun. 2020.
* Maria Cecilia Domezi
doutora em Ciência
das Religiões e mestre em Teologia e em História Social, leciona História da
Igreja no Instituto Teológico São Paulo (Itesp). Entre seus livros está
Mulheres do Concílio Vaticano II, publicado pela Paulus. Tem experiência de
trabalho pastoral e assessoria às CEBs.
segunda-feira, 20 de dezembro de 2021
XXII Assembleia Paroquial de Pastoral - 2021
Neste último domingo (19) de Dezembro, realizamos em nossa Paróquia a XXII Assembleia Paroquial de Pastoral, norteada pelo tema: IGREJA SINODAL: COMUNHÃO, PARTICIPAÇÃO E MISSÃO NAS COMUNIDADES ECLESIAIS MISSIONÁRIAS, e motivados pelo Lema: " Para que todos sejam um" (Jo 17, 24)
Com a presença das forças vidas da Igreja: comunidades e pastorais, o dia foi repleto de reflexão, planejamento e alegria.
confira as fotos.







